Arte Incomum

As artes do imaginário, também denominadas arte incomum, arte fantástica ou arte bruta, são conceitos usados para classificar as obras que parecem ter nascido dos mistérios e verdades profundas da psiquê humana e à margem dos cânones artísticos. Começaram a ser identificadas com Jean Dubuffet, em fins de 1940, num contexto de recusa à cultura asfixiante do establishment, o sistema oficial das artes. Na arte popular brasileira, são muitas e surpreendentes as criações que se incluem nesse gênero, no qual realismo e fantasia se misturam em grandes doses. Encontramos tanto autores que inventam temas nunca antes pensados, como o ceramista Manoel Galdino (PE) e seu “Lampião-sereia”, quanto outros que tratam os temas universais de maneira absolutamente original, como Antônio Poteiro (GO) e sua obra “Torre de Babel”.

Angela Mascelani

OBRAS
  • Guerreiro
  • Placa
  • Barco com duas cabaças
  • Macacos e leões nos galhos
  • Porta bandeira
  • cachorro-caçando-gato
  • Máscara
  • Roda
  • Carranca de cavalo homem
  • Máscara
  • Santo Antônio caminhante
  • Carregando criança
  • Máscara com três rostos
  • Sapo
  • Casarão entre o mar e a serra
  • Monstro com calango na boca
  • Sinaleiro do Laurentino
  • Cavalo na fazenda
  • Monstro pequeno
  • Sinaleiro do vento
  • Cidade tentacular
  • Moringa de três cabeças
  • Conselho de animais
  • Mulher com cabelos cacheados
  • Crepúsculo na praia
  • Mulher com coroa
  • Mulher com placa na mão
  • Entalhe de um casamento
  • Mulher de cabelos pretos
  • Escultura rosa encimada por pássaro
  • Figura fantástica comendo animal
  • Navio negreiro com plumas
  • Adorando o boi
  • Passista
  • Girafa com homem no pescoço
  • Piquenique

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